A sugestão para escolher o caminho que leva à vida eterna é indicado pelo trabalho da construção. Um convite a colocar em prática os ensinamentos de Jesus. Ele apresenta sua mensagem como terreno firme sobre o qual se pode construir uma vida sólida, para enfrentar as tempestades da vida. Quem o ouve, alicerça sua casa sobre a rocha; quem não o ouve, constroe mal, permanece exposto às intempéries do tempo e corre o risco de seu edifício vir abaixo. (Mt 7, 21.24-27)
O povo foi procurar Jesus para ouvir sua Palavra, mas levou consigo coxos, aleijados, cegos, mudos e doentes. Não deve ter sido fácil. E para nós a lição é muito clara: não basta procurar Jesus, nem basta seguí-lo. Precisamos levar conosco os que ainda não o conhecem, para que nele encontrem cura e salvação. Ó Jesus, divino Mestre, contemplamos admirados a tua solicitude com a multidão, seus pobres e enfermos. Além de curares os doentes, organizas a partilha do alimento para todos. Desperta, Senhor, o zelo dos nossos governantes...
Ao receber de volta os setenta e dois discípulos, após uma missão bem sucedida, Jesus vibra de alegria. Uma alegria que procede do Espírito Santo. Jesus sabe que pode contar com os pequenos, isto é, os pobres, os simples, enfim, aqueles que se abrem ao projeto de Deus. Senhor Jesus, exultamos com a tua imensa alegria, que brota do Espírito Santo. Manifestas tua predileção pelos pequeninos, que se abrem para acolher tua mensagem de salvação, e aborreces os que se julgam autossuficientes, recusando tua missão libertadora...
O centurião, que era pagão, com sua fé quebra paradigmas, ultrapassa as fronteiras do estabelecido e se dirige a Jesus. Por isso, ele é exemplo de fé e confiança. Ó Jesus, mestre em hospitalidade, tens o coração aberto a todos os povos, por isso acolhe com benevolência o centurião que, cheio de fé, te suplica a cura do seu criado paralítico. Dá-nos, Senhor, a capacidade de receber qualquer pessoa que nos procure implorando ajuda, alívio e compreensão. (Mt 8, 5-11)
Ao iniciarmos o Tempo do Advento, tempo da presença e da esperança no Senhor, a Palavra nos chama à vigilância. Estar vigilantes é estar atento aos valores do Reino, que são os valores do Evangelho, procurando vivê-los na realidade da vida que nos cerca, principalmente a justiça, a solidariedade e a paz. Senhor Jesus, dá-nos a consciência de que nossa vida aqui na terra é passageira. De que não sabemos a hora e as circunstâncias de nossa passagem para a eternidade. Por isso, te pedimos: mantém-nos atentos e empenhados em...
O texto de hoje nos convida à vigilância para não sermos apanhados de improviso. O cristão deve viver como o servidor que espera, a qualquer momento, o retorno do seu Senhor. Daí a necessidade de uma atitude de oração vigilante para se sustentar na fé. Jesus insiste que estejamos sempre preparados. Que estejamos atentos para não permitir que vícios e cuidados exagerados com a vida nos façam esquecer o que esperamos. O meio para sermos perseverantes e vigilantes é a oração, a participação na Comunidade e a Eucaristia. (Lc 21, 34-36)
O importante é saber descobrir esses sinais e pensar que a vinda de Jesus tem como finalidade específica a libertação de toda a criação. Esta é a essência da esperança que nos fortalece. Senhor Jesus, falas da realidade da história, que é tecida de fatos trágicos e dolorosos, mas também de acontecimentos portadores de alegria e esperança. A construção do Reino de Deus passa necessariamente por esses movimentos. O que nos importa é nunca abandonarmos teus planos de amor. (Lc 21, 29-33)