João Batista atraiu o povo por seu estilo de vida, e não por ostentação, luxo ou caprichos. Enfim, pela sua atividade, é o Elias anunciado, aquele que devia vir e preparar o caminho ao Messias. Ó Jesus Messias, valorizas teu precursor, João Batista, que se manifesta com a robustez espiritual do profeta Elias. Tanto João como Elias, se empenharam vivamente a fim de preparar a tua vinda a este mundo. Concede-nos, Senhor, a firmeza e perseverança para anunciar a Boa-nova do Evangelho a todos. (Mt 11, 11-15)
No tempo de Jesus, o jugo era feito de madeira, também chamado “canga”, e colocado sobre os ombros para transportar cargas. A escravidão do Egito era definida como um jugo, uma carga, que o povo carregava sobre os ombros. Neste tempo de Advento, tomar sobre si o jugo de Jesus significa viver a vigilância constante, pedir o perdão dos pecados a um sacerdote na Igreja, e prometer fugir das ocasiões próximas do pecado. Assim preparando em si, um caminho para a chegada de Jesus. (Mt 11, 28-30)
Senhor Jesus Cristo, ao longo do cristianismo, tua santa mãe escolheu circunstâncias especiais para se manifestar a teus seguidores. Como se deu no México, aparecendo ao índio João Diego, hoje canalizado pela Igreja. Bendizemos a Nossa Senhora de Guadalupe por sua opção pelos pobres e marginalizados. Hoje o Evangelho relata o encontro de Maria e Isabel, grávidas, e o encontro misterioso do Messias e do precursor. A saudação de Maria é motivo de alegria e inspiração celeste. João, no ceio de Isabel, dá sinais dessa alegria. (Lc 1, 39-47)
Jesus viu o que estava no coração daquele homem paralítico e de seus amigos. Viu como era grande sua confiança em Deus, e a aceitação de sua vontade de salvação. Curou o paralítico de seu pecado e também de sua enfermidade corporal. Ó Jesus, incansável missionário do Pai celeste, não cessas de ensinar, também a fariseus e mestres da Lei. Diante deles, operas a cura do paralítico e lhe concedes o perdão dos pecados. Desse modo, revelas teu poder de curar e de perdoar pecados, levando todo o povo a glorificar a Deus. (Lc 5, 17-26)
Isso só se realizará se nos desvestirmos do comodismo, da ganância, da autossuficiência, do egoísmo. Jesus Cristo, Filho de Deus, de coração aberto, acolhemos teu precursor, João Batista. Ao preparar tua vinda, ele batizava multidões recomendando-lhes o arrependimento para o perdão dos pecados. Com zelo ainda maior, acolhemos a ti, Jesus, que nos ofereces o batismo com o Espírito Santo. (Mc 1, 1-8)
O texto de hoje é um resumo da atividade de Jesus, que percorre os lugares habitados, ensina, prega e cura as pessoas de todo mal e de toda enfermidade. Ele se vê, como um pastor, à frente de um rebanho enfraquecido e disperso. A Comunidade que se deixa verdadeiramente guiar pelo Evangelho, torna-se autêntica na fé e acolhedora dos mais excluídos como fez Jesus. A fé verdadeira nos faz ter as mesmas atitudes de Cristo. Como acolhemos os mais sofredores e necessitados? (Mt 9, 35-10,1.6-8)
Em 8 de dezembro de 1854, o papa Pio lX proclamou a Conceição de Maria como dogma de fé. Quatro anos depois, a Virgem apareceu a Santa Bernadete e se apresentou com estas palavras: “Eu sou a Imaculada Conceição”. Esse fato foi saudado como confirmação celeste do dogma. Divino Mestre, convencida de que toda pura “devia ser a Virgem que nos daria o Salvador, a Igreja proclamou o dogma da Imaculada Conceição. Ó Jesus, cura em nós as feridas do pecado original, do qual Maria foi preservada ao ser concebida sem...