A misericórdia de Deus não se opõe à justiça humana, mas transcende totalmente no amor. Deus não é injusto por ser generoso. A graça é amar mais além dos parâmetros da justiça humana. O patrão da parábola não age conforme nossos critérios: deveria pagar menos a quem trabalhou menos. Jesus quis mostrar que a salvação que Deus nos oferece é oferta gratuita, que não podemos exigir apelando para nossos méritos. A salvação é muito mais do que poderíamos imaginar, não é só recompensa por boas obras. É participação...
Porque o mistério de Jesus foi acolhido pelos empobrecidos e desesperançados da época e rejeitado pelas autoridades e pelos abastados? É que para seguir Jesus e aceitar seu Evangelho temos que lhe dar preferência, acima de tudo. Senhor, sem vossa graça não seríamos capazes de fugir das ilusões que nos seduzem. Preciso de vós porque sou fraco e trago em mim as marcas do pecado. Iluminai-me, purificai meu coração e dai-me sabedoria e força para renunciar a tudo que me possa afastar de vós. Quero segui-lo. Amém! Vem Senhor Jesus...
As pessoas carregam dentro de si o desejo da felicidade. Vários caminhos podem ser trilhados para alcançá-la: o do bem estar econômico; o do cumprimento das leis religiosas; mas há também os que ficam na dúvida de qual caminho seguir. Foi o que aconteceu com o jovem que se aproxima de Jesus e quer saber qual o caminho para alcançar a vida eterna. Com o anúncio de Jesus, ele foi embora entristecido, pois possuía muitos bens. Mas diversas pessoas ricas e cultas compreenderam a mensagem, venderam seus bens materiais e construíram...
A assunção de Maria, dogma da Igreja, foi proclamada pelo Papa Pio Xll em 1950: Maria, levada ao céu em corpo e alma, antecipa o que está reservado a todos que peregrinamos no caminho da fé. Na assunção, temos a dimensão da obra grandiosa de Deus, que se completa com a presença da humanidade junto de si, representada por Maria, pelo caminho da ressurreição. Maria vive na plenitude a comunhão com Deus, caminho que está reservado a todos nós que cremos. Amém! Vinde Senhor Jesus! (Lc 1, 39-56) “Monge” ...
O papel das crianças em nossos dias contrasta com o seu valor no tempo de Jesus. Enquanto hoje as crianças são muitas vezes “as donas da casa”, nos tempos antigos elas não tinham o mesmo valor. O padrão da sociedade era o cidadão adulto, de preferência masculino, capaz de realizar tarefas, desenvolver raciocínios, cumprir e, se possível, interpretar as leis. Jesus não se casou nem teve filhos, dedicando toda sua vida e o seu amor para cuidar dos necessitados do povo e a tratar a todos como irmãos e irmãs, em nome de...
Na sociedade no tempo de Jesus, os homens mandavam: eram os proprietários da terra, dos bens materiais e até de suas esposas. Podiam despedi-las quando quisessem e sem nenhuma justificativa. Humilhadas, voltavam à casa dos pais. Muitas caíam na miséria. Preocupado, Jesus se volta para a dignidade delas. Se, no passado, os padrões de conduta oprimiam a dignidade e a liberdade das mulheres, espera-se que a crise atual sirva para a superação daquilo que não vem de Deus e reabilite a alegria do amor e da fidelidade, em grande benefício...
Preocupado com o limite da atitude fraterna, Pedro propõe perdoar sete vezes, considerado um número elevado. Jesus o corrige dizendo: “em lugar de sete, setenta vezes sete”, para dizer que é preciso perdoar sempre. Conclusão: quem perdoa de coração, assemelha-se a Deus, que perdoa sempre. A ambição endurece o coração, tanto de quem tem muito quanto de quem tem pouco; ambos se tornam insatisfeitos, por mais bens que tenham. Amém! Vinde Senhor Jesus! (Mt 18, 21-19,1) “Monge” “O Mensageiro...