Todos somos convidados a fazer parte do “banquete celeste”, da vida eterna. A parábola contada por Jesus mostra algo surpreendente: alguns convidados se negam a participar do banquete. Assim, o pai do noivo convida todos que estão à beira do caminho, pessoas comuns, pobres, pecadores… Jesus ensina que não há nenhuma restrição para a festa: todos somos convidados a viver para sempre na pátria celeste. Vamos aceitar o convite? (Mt 22, 1-10)
Uma mulher levantou a voz no meio do povo e disse a Jesus: “Bem aventurado o ventre que te trouxe e os seios que te amamentaram”. Maria é feliz não só pela maternidade física, como também, sobretudo, por encarnar a crente fiel, a primeira a acolher a Palavra de Deus e transformá-la em vida. Maria é nossa inspiração na acolhida e na vivência da Palavra. (Lc 11, 27-28)
As palavras e ações de Jesus provocam diferentes reações entre os seus contemporâneos: uns louvam, outros o veem com interrogação, admiração, e, enfim, outros o seguem para armar-lhe ciladas. Suas palavras e suas obras revelam que o reinado de Deus está presente e que o reino das trevas é vencido. Ele é quem entra na casa, amarra o homem forte, o demônio, e tira dele as pessoas que estavam sob o seu poder, para libertá-las. (Lc 11, 15-26)
Tudo começa em 1717, com os pescadores Domingos Garcia, João Alves e Felipe Pedroso, que pescaram uma imagem de Nossa Senhora da Conceição. Maria apareceu sob a forma de uma imagem negra, quando ainda imperava a escravidão. O Papa Pio Xl proclamou-a rainha do Brasil, em 1930, e, no dia 12 de outubro de 1980, foi consagrado o Santuário Nacional de Aparecida pelo Papa João Paulo II. Dai-nos a benção ó Mãe Querida, Nossa Senhora Aparecida!
A oração do Pai Nosso é imprescindível na vida do cristão. Para que todos aprendamos a orar, Lucas oferece a oração que Jesus ensinou aos discípulos. O Pai Nosso resume as convicções e desejos que devem aparecer na oração do cristão. Enfim, Jesus ensina aos discípulos uma síntese do seu projeto de vida, que gira em torno de dois polos: Deus, cujo nome temos que santificar com palavras e obras, e seu Reino, cuja chegada precisamos preparar com nossas obras e nossa mudança de vida. (Lc 11, 1-4)
O cristão coloca-se diante do Mestre, para ouvir dele o seu ensinamento. Assim fez Maria, irmã de Lázaro, que, colocando-se aos pés de Jesus, ouvia o que Ele dizia. Lucas talvez esteja respondendo a uma demanda da comunidade, que tinha dúvidas se devia dar preferência à prática do mandamento do amor ou escuta da Palavra. As duas atitudes não são opostas, mas complementares. Precisamos da atividade, mas também da escuta atenta da Palavra. (Lc 10, 38-42)
E quem é meu próximo? O verdadeiro próximo é aquele que se compadece de quem sofre, pois a compaixão é uma das características de Deus. Jesus experimenta esse mesmo sentimento diante dos pobres e pecadores. Ao ver a pobre situação daquele homem, o samaritano viu apenas o homem, não perguntou se ele era amigo ou inimigo, se era bom ou mau. Viu apenas que era um homem que precisava de ajuda. E simplesmente ajudou, fez o que era necessário fazer. Ensinamento oportuno. Move-nos, Senhor, a praticar, dia a dia, tua mensagem de amor e...