Ao iniciarmos o Tempo do Advento, tempo da presença e da esperança no Senhor, a Palavra nos chama à vigilância. Estar vigilantes é estar atento aos valores do Reino, que são os valores do Evangelho, procurando vivê-los na realidade da vida que nos cerca, principalmente a justiça, a solidariedade e a paz. Senhor Jesus, dá-nos a consciência de que nossa vida aqui na terra é passageira. De que não sabemos a hora e as circunstâncias de nossa passagem para a eternidade. Por isso, te pedimos: mantém-nos atentos e empenhados em...
Autor -Reinaldo
O texto de hoje nos convida à vigilância para não sermos apanhados de improviso. O cristão deve viver como o servidor que espera, a qualquer momento, o retorno do seu Senhor. Daí a necessidade de uma atitude de oração vigilante para se sustentar na fé. Jesus insiste que estejamos sempre preparados. Que estejamos atentos para não permitir que vícios e cuidados exagerados com a vida nos façam esquecer o que esperamos. O meio para sermos perseverantes e vigilantes é a oração, a participação na Comunidade e a Eucaristia. (Lc 21, 34-36)
O importante é saber descobrir esses sinais e pensar que a vinda de Jesus tem como finalidade específica a libertação de toda a criação. Esta é a essência da esperança que nos fortalece. Senhor Jesus, falas da realidade da história, que é tecida de fatos trágicos e dolorosos, mas também de acontecimentos portadores de alegria e esperança. A construção do Reino de Deus passa necessariamente por esses movimentos. O que nos importa é nunca abandonarmos teus planos de amor. (Lc 21, 29-33)
A autoridade e o alcance do chamado de Jesus, ecoa até hoje: “Vinde a mim, e vos farei pescadores de homens”. É só responder o seu chamado e começar a seguí-lo. Ó Jesus, “luz do mundo”, escolheste o pescador André para fazer dele “pescador de gente”. Abandonando a profissão do pai, com quem trabalhava, André incorporou o grupo dos apóstolos. E com eles foi preparado para divulgar, mundo afora, a Boa Notícia do Reino de Deus. (Mt 4, 18-22)
Jesus nos encoraja, ao prometer sua presença na hora das dificuldades, a defendermos a fé. Ele destaca a importância da perseverança na fé e nas obras: duas colunas inseparáveis, que deve caracterizar a vida do cristão. Ó Mestre, apresentas com clareza, a realidade que teus seguidores irão vivenciar por causa do teu nome. De um lado, inevitáveis e duras perseguições; de outro, a garantia de total assistência divina. Concede-nos, Senhor, fortaleza para resistir às adversidades e confiança em tua incessante proteção. (Lc 21, 12-19)
Ao falar de um fim, que Ele não diz quando chegará, Jesus manda tomar cuidado com os falsos profetas e fingidos salvadores. Duro e seco, Ele diz: “não sigais essa gente”. Jesus, divino Mestre, contigo aprendemos que nada neste mundo é para sempre. Mesmo o templo, que parecia indestrutível, acabará em ruínas. Ajuda-nos, Senhor, e aumenta a nossa fé, para que não acreditemos em falsos profetas. (Lc 21, 5-11)
A breve sena é quase uma parábola de Jesus e contém um grande ensinamento. Jesus observa a contribuição que as pessoas depositam nos cofres do templo. A generosidade de uma pobre viúva chama sua atenção; ele percebe a profundidade do gesto, pequeno na quantidade, mas grande no significado. Senhor Jesus Cristo, dentre os ricos que depositavam, no tesouro do templo, “parte do que tinham de sobra”, observaste uma viúva que ofertou “tudo o que tinha para viver”. Concede-nos, Senhor, desapego dos bens terrenos e...