Mensageiro de Jesus

Autor -Reinaldo

“Disponibilidade de coração”

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Jesus lamenta porque não é aceito por seus ouvintes, a quem oferecia salvação. São inconsequentes como crianças que, se convidadas, não querem brincar, mas reclamam se não são convidadas, não aceitam nem um brinquedo nem outro. Os desígnios de Deus não coincidem quase nunca com os nossos; muitas vezes gostaríamos que Deus agisse desta ou daquela maneira, mas não é assim. A abertura de fé e disponibilidade de coração, é o que Lucas quer ensinar à sua comunidade e a nós. (Lc 7, 31-35)

“Repensando nossas atitudes”

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O Evangelho apresenta duas procissões: a da morte com a viúva à frente, e a procissão da vida, comandada por Jesus, portador da vida, que vai ao encontro da comitiva fúnebre e da dor humana com toda compaixão e ressuscita o jovem morto. Assim aprendemos o quanto Jesus se aproxima dos pobres e sofredores, ao aproximar-se da viúva de Naim. Certamente podemos repensar nossas atitudes. (Lc 7, 11-17)

“Oração, a força do cristão”

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O centurião, soldado romano, encarregado de uma centena de homens, era bom e bem relacionado com os judeus. Ele não vai diretamente a Jesus, mas se vale dos servos e amigos. “Senhor, não te incomodes, pois não sou digno de que entres em minha casa… Na oração desse romano, temos um exemplo de como devemos ser na oração. Ao orar, precisamos crer e reconhecer que dependemos totalmente de Deus e confiar apenas em sua misericórdia. Rezar é relacionar-se amorosamente com Deus e com nossos semelhantes. (Lc 7, 1-10)

“Perdão e misericórdia sem medida”

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O contraste entre os dois devedores é imenso. É o mesmo contraste que vivemos na prática em nossa vida: Deus nos perdoa muito mais do que as faltas dos nossos companheiros em relação a nós. Assim é Deus Pai: perdão e misericórdia sem medida. Ó Jesus, Mestre na prática do perdão, corrije nossa intolerância diante da falta alheia, e afasta definitivamente de nós qualquer desejo de vingança. O teu e nosso Pai celeste nos perdoa sempre, de modo generoso, e exige que façamos a mesma coisa com quem nos ofendeu. (Mt 18, 21-35)

“Fé, renúncia e compromisso”

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Com muita facilidade, desde os tempos primitivos, até hoje, proclama-se Jesus como “Senhor, Senhor”, mas quando chegam as exigências, as renúncias, o testemunho e os compromissos, desmoronam como a casa que foi construída na areia. Daí a necessidade de que a vida cristã tenha fundamentos sólidos em Jesus Cristo, como uma casa bem construída sobre a rocha. (Lc 6, 43-49)

“Nossa Senhora das Dores”

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A liturgia celebra hoje a memória de Maria, sob o título de Nossa Senhora das Dores, sua compaixão e piedade, suas sete dores: a espada de dor, profetizada por Simeão; a fuga para o Egito; a perda do menino Jesus; a Paixão do Senhor: a crucificação, morte e sepultura. Ó Jesus crucificado, na tua hora derradeira, sob o fogo de muita dor, tiveste a solidária presença de tua santa mãe. Queremos também nós, Senhor, no sofrimento e na hora de nossa morte, contar com a força de Maria Santíssima, que a Igreja achou por bem invocar...

Exaltação da Santa Cruz”

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Exaltação da Santa Cruz é um convite a contemplar a cruz de Jesus, expressão suprema do seu amor por nós. Ele que aceitou partilhar a nossa sorte, quis fazer-se servidor de todos e doou sua vida para que o egoísmo e o pecado fossem vencidos. Oferecendo sua vida na cruz, em dom de amor, ele nos indicou o caminho para chegar à vida eterna. Contemplamos a cruz, não como sinal de derrota e sofrimento, mas como sinal de vitória. (Jo 3, 13-17)