Depois de expulsar um demônio, Jesus afirma: “Todo reino dividido contra si mesmo será destruído…mas se eu expulso os demônios pela ordem de Deus, certamente é chegado a vós o Reino de Deus”. Jesus garante a vitória do bem contra o mal. O cristão não precisa temer o demônio. É o próprio Jesus que ensina essa verdade. Jesus quer a nossa adesão total, quer que o reconheçamos como nosso único Salvador e nossa única esperança. Ele nos fala ao coração, ele nos atrai: podemos tranquilamente confiar nele. (Lc 11, 14-23)
Autor -Reinaldo
“Passará o céu e a terra, antes que desapareça um jota (menor letra do alfabeto hebraico), um traço da Lei”. Jesus deixa claro que nenhuma palavra sagrada, da Bíblia, pode ser modificada, manipulada ou interpretada pessoalmente, fora do contexto e da explicação do Magistério da Igreja. Amemos nossa Igreja de coração sincero. Divino Mestre, longe de negares a Lei de Deus ou a desprezares, és seu leal intérprete e cumpridor. Ajuda-nos, Senhor, a realizar, fielmente e em qualquer situação, a vontade do Pai celeste em...
A convivência nos remete a questão do perdão. Ela faz parte da nossa vida. A dúvida refere-se ao exercício do perdão no dia a dia da vida. A expressão de Jesus indica que o perdão é um exercício contínuo e sem trégua para o bem viver em comunidade. A parábola nos apresenta a prestação de contas que somos convidados a fazer diante de Deus, especialmente no final de nossa jornada. Perdoar é próprio de quem ama. Jesus nos perdoa sempre, porque nos ama. Nós, às vezes, perdoamos. Por isso Jesus vai responder a Pedro muito mais...
Jesus era de Nazaré, tinha vivido entre sua gente. Mas, quando ali anunciou sua mensagem de salvação, pela primeira vez, ficaram admirados com Ele, mas não acreditaram. O povo conhecia a simplicidade da Família de Nazaré, por isso, não aceitou que Ele fosse o enviado do Pai, conforme falava Isaías. Amado Mestre, teus conterrâneos te receberam com frieza. Valorizas publicamente a fé dos pagãos, o que faz aumentar a fúria dos teus, que tentam te matar. Converte, Senhor, por favor, nosso coração para ti. (Lc 4, 24-30)
A Quaresma nos faz penetrar na interioridade de Deus, de sua Palavra, e nos faz rever nossas atitudes. Se acolhermos os “recados” de Deus, então, nos empreenderemos no caminho do Reino, alcançando com Cristo a plenitude da vida, a ressurreição. Cristo é a nova proposta divina para o homem e para a mulher de outrora e de agora, e o será para o futuro. A Boa-Nova sempre será Boa Notícia. E o Evangelho vem nos relatar exatamente “certo divórcio” entre Jesus e o Templo. Cultua-se um “Deus” exigente...
A parábola lança luz na atitude do Pai misericordioso. Para ele, os filhos continuam tendo lugar no seu coração, não importam os caminhos seguidos. Do mais novo, restaura a dignidade de filho; do mais velho, tenta contornar a prepotência, que não o deixa entrar na festa da vida. Quando nos arrependemos de nossos erros pecados e procuramos o sacerdote na Igreja à procura do perdão de Deus. O Pai nos acolhe de maneira imediata e se coloca a celebrar conosco a festa do perdão. (Lc 15, 1-3.11-32)
A vinha plantada e cuidada com muito carinho é expressão e imagem do povo de Israel. Ao longo da história, além de não produzir os frutos esperados, as lideranças usaram de violência contra os profetas e enviados de Deus. Jesus já via próxima a sua morte e sabia que para ela o conduzia a violência dos dirigentes. A oferta de Jesus de uma sociedade fraterna, solidária e igualitária, chocou-se com os interesses do sistema. Mesmo diante do desprezo de Israel, a resposta de Deus é de fidelidade: ressuscita Jesus dentre os mortos...